Archive for Outubro, 2007

COBERTURA: Festival Virtuemusica

“Recife não é uma cidade roqueira”. A frase, de Bruno Souto, da Volver, coube como uma luva ontem, durante a primeira edição do festival Virtuemusica. Fresno, Autoramas e Ludov não levaram sequer mil pessoas (longe disso) ao pátio externo do Armazém 14. Resultado: um vazio imenso, algumas bandas que ainda não tinham maturidade o suficiente para subir num palco, atraso de duas horas no início dos shows e uma total falta de respeito da produção com as bandas Martinez (PE), Fóssil e Mormaço (PE). As duas primeiras não tocaram porque simplesmente não houve tempo para que elas entrassem em cena e mostrassem seu som. A Mormaço, a mais interessante entre as bandas pernambucanas, acabou tocando depois das quatro da manhã, para familiares, amigos e alguns abnegados (como nós) que toparam a aventura de vê-los em tal horário.
A produção não quis definir a ordem de entrada das bandas, para prender o público desde o início. Ou seja, ninguém, nem as próprias bandas, sabia ao certo em que horário tocaria, o que acabou gerando o caos. Coisa de produção inexperiente mesmo.

Quem não foi deixou de presenciar o surgimento de dois promissores nomes da música pernambucana: o inteligentíssimo Tacabos de Guevara e o competente Mormaço. Perdeu de ver a histeria feminina provocada pelo Fresno, o bom show do Ludov e a tristeza que foi presenciar a melhor banda do Brasil hoje, os Autoramas, tocar para tão pouca gente.

Do começo: com o atraso da programação, acabamos também nos perdendo e nos dispersando para fazer hora até os shows começarem. Acabamos perdendo a apresentação da cearense Encarne.

Na seqüência (os palcos eram ladeados, o que acabava dando uma “agilidade” maior entre o shows) entrou a primeira banda pernambucana da noite, a Enffase. Transbordando nervosismo, insegurança e imaturidade, a banda despejou seu “hardcore” mais do que verde, com destaque para a “impagável” (no pior sentido da palavra) “A Roda Vai Rodar”. Ficou nítida a impressão de que ainda precisam de muito feijão com arroz para encarar um palco.

Depois veio o pastiche do Rondó, que de início parecia um subproduto (já?) do Mombojó. Depois não tiveram a menor vergonha na cara em mandar um cover de “Mania de Você”, de Rita Lee, e ficou no ar a sensação de uma banda que faria fácil parte da programação da Nova Brasil FM. Constrangedor.

O nível começou a melhorar de fato com o Bon Vivant, que mostrou um pop competente e maduro, ainda que a coisa mais memorável de seu show tenha sido a cover de “Last Nite”, dos Strokes. Mas mostrou ser uma boa banda com um belo potencial a ser explorado.

Quem também esbanjou competência foi a Porão GB, em show corretíssimo. Conseguiram driblar os problemas de som (que foram muitos), mostraram uma experiência fora do comum para gente da idade deles, e teve o público (que era literalmente deles) nas mãos o tempo inteiro. Não gosto do estilo, mas sei reconhecer um bom show quando vejo.

Depois foi a vez da melhor surpresa da noite, a Tabacos de Guevara. Com nome que remete ao hardcore podreira, a banda faz um som bem mais elaborado do que isso e com letras espertíssimas, como “O meu amigo invisível não gosta de mim”. Não é todo dia que aparece uma banda que se diz influenciada pelo clássico “Elogio da Loucura”, de Erasmo de Rotterdan (aleluia! roqueiros também apreciam boa leitura) e tem peito de dizer que se inspiram nas construções literárias de Chico Buarque. O resultado são coisas inclassificáveis e muito boas, como “Banda de Marcha de Manhattan”, de um humor sofisticadíssimo. Olho neles!

A carioca Ramirez fez um show onde imperou o profissionalismo, e foi a primeira a deixar a entender que as coisas mudaram bastante de uns anos pra cá. Anunciaram uma cover que, segundo eles, era de uma banda “óbvia e impossível de fugir”. Pensei na hora: “lá vem Ramones”. Mandaram então, para minha surpresa, um Green Day que foi tão aceito (ou mais) do que a banda de Joey Ramone. Os tempos e os valores, definitivamente, são outros.

A potiguar The Sinks fez um dos melhores shows da noite. Power trio invocado que sabe dosar camadas de sujeira com momentos mais suaves, a banda soube usar muito bem o palco, mostrou que seus integrantes têm experiência de sobra e abusou do velho rock de garagem gritado a plenos pulmões. E aí sim, finalmente, veio Ramones para estabelecer a ordem natural das coisas. Showzaço.

O Ludov tratou de fazer um pacto de comunhão e de catarse com seus fãs, gerando uma das apresentações mais bonitas da noite, embora a banda tenha errado bastante no palco. Nada que os fãs não perdoassem ou simplesmente deixassem passar batido. Depois do Fresno, foi a banda mais assediada da noite.

O Device foi uma das coisas mais constrangedoras que já vi na vida. Tentam ser ao mesmo tempo “podreira”, Nu Metal e Emo! Possuem partes gritadas (esgoeladas mesmo) com outras de vocais melódicos de uma desafinação sem igual. Bateu então aquela “síndrome da vergonha alheia”.

A noite era indiscutivelmente do Fresno. Uma histeria sem fim (meninas de menos de 18 anos e desmaiando era a coisa mais comum ali) para uma banda que tem a cara-de-pau de usar trechos de playback em suas músicas. O baixista batia palmas e seu baixo continuava “magicamente” a tocar. O som triplicou em altura no show deles, e o ritual de frenesi e transe feminino era mais interessante do que o próprio som da banda, que não sai daquele lugar-comum emo do estilo Baby (da Família Dinossauros): tudo na linha do “precisa me amar”. Algo que começou (em termos de letra) lá atrás, no próprio Rio Grande do Sul, com as geniais letras de dor-de-cotovelo de Lupicínio Rodrigues. Com o Fresno a coisa fica diluída e toda a poesia acaba dando lugar a centenas de frases de efeito sem o menor conteúdo. E tome grito histérico de adolescente em si sustenido! Meus ouvidos estão zunindo até agora…

Engraçado mesmo foi o Revigóroz . Banda que insiste no som dos anos 80, eles tiveram a capacidade de mandar uma versão em português para “Boys Don’t Cry”, do The Cure! O refrão? Virou “Ilusão, você partiu meu coração. Ilusão, chega de viver na solidão!”. Nem Amado Batista faria “melhor”…Duvida? O que dizer então de “Helena, diz que me ama, me leva para a cama e me faz sonhar”. E depois a fama de chato sobra pra mim…

O Autoramas tocou, literalmente, para cumprir contrato, e para quase ninguém, já na casa das três da manhã. Apesar do péssimo som, fizeram um show irretocável, que abriu com “Mundo Moderno” e teve seqüência com todos os hits e riffs ganchudos da banda. Sem falar no estilo Krafftwerk de se portar no palco. Show lindo testemunhado por poucas almas, pois o público do Fresno já havia retornado satisfeito (e sem voz) para a casa.

Sobrou para o Mormaço a árdua e inglória tarefa de tocar para umas trinta pessoas (entre amigos e familiares da banda) depois das quatro da matina, com o sol já raiando. Uma pena, pois o talento ali é visível: pegada bem Strokes, mas sem imitar o Strokes. Pose desencanada, mas sem demonstrar afetação. E um talento (já frisado aqui) que merecia ser visto por mais gente.

Infelizmente o saldo da noite foi negativo. Fóssil veio do Ceará para nada. E o Martinez também não pôde mostrar seu som por culpa única e exclusivamente da produção, que, assim como parte das bandas, mostrou-se amadora. Que os erros aqui não se repitam mais. Amém!

Tapa na Orelha - Ainda o PE no Rock…

O assunto PE no Rock anda rendendo mais do que deveria, mas acho que algumas coisas ainda podem e devem ser esclarecidas.

Rodrigo Baltar, competente produtor do festival até 2004, entrou em contato com o Reciferock!, pois acha injusta algumas críticas feitas ao PE no Rock em sua gestão.
Na verdade, durante a gestão de Baltar, eu só tinha duas “queixas” em relação ao festival: a pontualidade britânica (podia só ter cinco pessoas no local, mas ainda assim o evento começava no horário marcado); e o fato de Os Cachorros sempre estarem na grade. Fora isso, eu era o primeiro fã do PE. Cogitei até a possibilidade de escrever um livro sobre ele.

Bem, agora vou apelar um pouco para a “metalinguagem”: o que me motivou a escrever o artigo “O PE no Rock já mudou a vida de alguém?” foi o rebuliço que o retorno do festival provocou entre as bandas de Pernambuco. O que é normal, já que era um espaço fechado para elas desde 2004. Só que as coisas começaram a desandar…

Recebíamos e-mails da atual produção do PE no Rock falando das bandas que já estariam fechadas com o evento. Imediatamente, as próprias bandas me informavam que não tinha nada acertado ainda. Começava daí a minha desconfiança.

Depois, o festival anunciou uma seletiva por todo o Estado de Pernambuco. Achei excelente a iniciativa, pois não temos muito acesso ao que acontece no interior, por mais próximo que ele seja. O exemplo mais recente disso é a excelente Diz a Lenda, de Carpina, que eu sequer desconfiava da existência. Não que ela tenha algo a ver com o PE no Rock. É apenas um exemplo de banda próxima que eu não conhecia apenas pelo fato de ser do interior…

Quando chegou a vez de anunciar as classificadas para as seletivas do Recife, a bomba: The Playboys, Subversivos e Pressão Sangüínea estavam entre as selecionadas. O regulamento, em sua única regra, era claro: era proibida a participação de bandas que já tinham tocado em festivais do porte do PE no Rock ou que tivessem discos lançados por grandes selos. Só o The Playboys se recusou a participar, alegando que nem se inscrevera para tal evento.

E as pisadas de bola continuaram. Uma das atrações já confirmadas no PE no Rock 2007 é Andrea Amorim, que vem a ser a esposa do atual produtor do PE no Rock. Assim não dá para levar a sério…

O que Rodrigo Baltar reivindica é mais do que justo. Em sua época, o festival era mais organizado e honesto. Teve shows históricos de Cólera e Pavilhão 9. Mas continuo batendo na mesma tecla. Por mais que na época de Baltar a coisa fosse bem mais lícita, o festival por si só não mudava a vida de ninguém. E a culpa não é/era do festival. As bandas entravam nele achando que suas carreiras decolariam a partir dali, e isso não acontece mais com ninguém.

Que fique claro: na gestão Baltar (1998-2004), com erros e acertos, a coisa era bem mais transparente e organizada. Com a atual produção, no entanto, nem o mais absurdo dos absurdos irá me surpreender mais. Uma pena, pois de qualquer forma é o nome PE no Rock que ficará manchado na história, independente de quem o produza. 
   

ENTREVISTA - Autoramas

Uma das melhores bandas do atual cenário rock brasileiro, o Autoramas toca sábado, dia 27, no Recife, dentro da programação do Festival Virtuemusica, que acontece no Pátio Externo do Armazém 14. Levei um papo por e-mail com Gabriel , guitarrista e vocalista da banda, e, de longe, o sujeito mais gente fina do rock nacional. Abaixo você confere a entrevista.

Será o primeiro show do Autoramas no Recife depois do lançamento de “Teletrasnpote”. O show será baseado nele?
 
Sim, a maioria das músicas é do “Teletransporte”, mas tem várias antigas que não podem faltar, e também estão incluídas no show: “Fale Mal de Mim”, “Você Sabe”, “Nada A Ver”. Nosso último show no Recife já teve a maioria do repertório do cd novo.
 
O que significou para a banda a saída da Monstro para a Mondo 77?
Acho que a Mondo 77 entende mais as necessidades e os desejos do Autoramas. A Monstro é um selo sensacional, que já marcou seu lugar na História, mas o marketing deles é mais focado no próprio institucional, não nas bandas.
 
“Teletransporte” expande um pouco os horizontes musicais da banda, tem até coisas da guitarrada do Pará. Como a banda veio a se interessar pelo estilo?
A Guitarrada é a Surf Music do Rio Amazonas, o princípio musical é o mesmo, tem muito a ver. Quando fomos tocar em Belém pela primeira vez, ouvi umas guitarradas na TV e pensei: “toco isso fácil”. Quando ouvi o cd dos Mestres da Guitarrada, nessa mesma viagem, percebi o quanto tinha a ver aquilo com a Surf Music. Quando fui assistir o Show do Vieira, Curica e Aldo Sena no Rio, eles tocaram uma do Ventures. Aí pensei: “tá vendo? Não sou louco” É impressionante como a música brasileira é rica e como nosso país é grande em todos os sentidos…Já estamos fazendo outras Guitarradas, não vai parar por aí não…
 
Como surgiu a idéia do clipe de “Mundo Moderno”? Verdade que o custo de produção foi só o das passagens para Londres?
A idéia foi do diretor, o Kirk Hendry, o inglês que nos abordou num show que fizemos em Londres e disse que queria fazer um clip nosso, filmar aquela nossa performance ao vivo habitual. Ele disse que da próxima vez que estivéssemos na Europa, estaria com tudo pronto para filmarmos. E assim fizemos. Estávamos tocando na Holanda, fomos de navio até a Inglaterra e aí rolou. Quando saiu a indicação pro VMB para Clipe do Ano, ele só me respondeu o email dizendo “Amazing” ahahahaha
 
Até que ponto “Mundo Moderno” é sobre você? A tecnologia te apavora um pouco? Você “nasceu para ser obediente”? :)
De forma alguma, é uma ironia, a letra foi escrita de uma maneira meio Dead Kennedys …A letra fala sobre as pessoas que não conseguem se adaptar aos novos tempos, às novidades. E não é só sobre tecnologia. Tem muita gente acostumada com os antigos padrões (seja tecnológicos, de comportamento, etc) que não consegue viver no mundo atual.
 
Você recentemente disse que não está no mercado independente por escolha, por opção, mas porque não havia outra forma por enquanto. Acha que ainda existe um preconceito entre os independentes com quem consegue romper com esse circuito e fazer sucesso? 
 
Sim, isso até tem a ver com a letra do “Mundo Moderno”, voltando à questão anterior…Antigamente, banda independente era sinônimo de banda iniciante. CD independente era sinônimo de CD demo. Hoje alguns dos maiores artistas do Brasil e do Mundo são independentes. Muita coisa mudou. Mas aquela galera mais antiga, desatualizada, ainda pensa segundo a antiga mentalidade. Esse preconceito é uma coisa bem tacanha, mas que existe, existe.
 
Como foram os shows anteriores dos Autoramas no Recife? Do que você lembra e o que espera deste agora?
Lembro com muito carinho de dois shows no Recife, um na Casa do Frevo, com o Rádio de Outono, que foi o primeiro show que fizemos completos (o primeiro mesmo, fomos só eu e Bacalhau, quem viu, viu) e o último, na Feira da Música do Brasil, foi muito legal tocar pra galera ao ar livre e conferir mais uma vez como tem roqueiro no Recife! Desse próximo espero me divertir bastante!

ENTREVISTA - The Sinks

A banda potiguar The Sinks é uma das atrações do Festival Virtuemusica, que acontece no próximo sábado, no Pátio Externo do Armazém 14. É a primeira apresentação do grupo no Recife, que tem influências de Nirvana, Weezer e Ramones em seu som. Conversei por e-mail com o baixista Anderson Foca, que também é vocalista do Allface e produtor do Festival DoSol, em Natal. Abaixo você confere a entrevista. 

Qual a expectativa do The Sinks para o primeiro show da banda no Recife?
A expectativa é grande porqu Recife é uma cidade importante para quem faz rock no Nordeste. O The Sinks mesmo sendo uma banda nova já tem feito um trabalho bacana e de certa forma reconhecido e estávamos esperando uma oportunidade de fazer algo em Recife. Dentro de um festvial então, perto de bandas que gostamos como  Ludov e o Autoramas é melhor ainda.
 
Já está confirmado que vocês voltam ao Recife para tocar com o Forgotten Boys?
Sim, está confirmado, dia 13 de novembro na Nox e deveremos também fazer algo com o Vamoz! no Burburinho mais para frente, antes do fim do ano, ou no festival que o pessoal do 7sun tá armando para dezembro e que já fomos convidados.
 
Você lançam uma música por semana na net. Como conseguem tanto material?
Na verdade isso é uma filosofia da banda, lançar eps e aproveitar a internet o máximo possível. Não temos lançamentos físicos de discos, mas já estamos chegando com o nosso terceiro trabalho via net (ditribuido gratuitamente). O primeiro se chama “Ignored”, o segundo é o “Sunshine” (em homenagem a “Miss Little Sunshine”, filme espetacular) e o terceiro que está saindo agora chama-se “Hard Life blues”. Esse último com participação ativa do Chuck Hipolhito do Forgotten Boys, que mixou e masterizou o áudio além de tocar guitarra em uma música e cantar em outra. Também gravamos alguns covers de bandas que gostamos. No ep Sunshine tem um cover dos Ramones e temos na agulha para gravar um cover dos Mc5.
 Achamos que vale mais apena investir em viagens e tours do que em discos físicos, e a coisa tem dado certo.
 
O site do “DoSol” está passando por fase de ampliação. Fale um pouco sobre elas.
Já faz um tempo que estávamos pensado em algo do tipo, mas só agora foi possível. Na verdade a gente quer ter um portal que tenha a mesma relevância para cena rock que as nossas outras ações, como o dosolrockbar, festivaldosol, o selo e outras paradas que coordenamos. O site agora é um grande portal roqueiro com notícias locais, nacionais e internacionais, e ainda temos área para discos virtuais. Em breve inauguraremos a dosoltv e dosolfm também via site. Acho que é um caminho natural para nós, já que nosso selo agora também é um netlabel. Outro fator para as atividades novas do site é que queremos ter mais proximidade com o nosso público e mais interatividade. Também tem dado certo, desde que começamos as mudanças as visitas aumetaram 400%.
 
Qual o perfil do público do The Sinks?
Não sei te dizer, a bannda é muoto nova e ainda estamos conhecendo e formando nosso público. O que posso dizer é que se o cara gosta de rock do bão como Foo fighters, AC/DC, MC5, Ramones, Weezer ou Nirvana, tem grande chance de gostar do The Sinks também
 
Você está conseguindo conciliar o seu trabalho no The Sinks com o Allface?
O Allface deu uma parada nesse semestre porque estávamos há três anos em atividade intensa. Estamos aprovetiando para editar nosso dvd e reformular set, composições e outras paradas. Sem contar que dei um tempo na minha voz, que não estava grande coisa e precisava de um descanso.
 
Que recado você deixa para quem vai ver o show de vocês no sábado?
Preparem o allstar e vamos roquear perdendo a linha e sem medo de ser feliz. É isso. Baixem nossos discos todos no www.dosol.com.br e divirtam-se.

Festival Virtuemusica faz festa de lançamento

Aconteceu ontem, no bairro da Encruzilhada, o coquetel de lançamento do Festival Virtuemusica, com shows das bandas pernambucanas Martinez e Revigoroz.

O evento, que conta com Fresno, Ludov e Autoramas em sua prgramação, vai ser realizado no próximo sábado, dia 27, no pátio externo do Armazém 14, a partir das 17h. Serão 16 bandas ao todo. Abaixo você confere a programação  completa:

Fresno (RS), Ramirez (RJ), Ludov (SP), Autoramas (RJ), The Sinks (RN), Fóssil (CE), Encane (CE), Porão GB (PE), Mormaço (PE), Device (PE), Martinez (PE), Rondo (PE), Bon Vivant (PE), Enffase (PE), Tabacosdeguevara (PE) e Revigoroz (PE)

Informações - (81) 3423-3345