Archive for janeiro, 2008

Entrevista Asteróide B-612: Carnaval Psicodélico

Asteróide B-612 (divulgação)

Como foi o show de lançamento do EP no Festival de Inverno de Garanhuns ?
Pela segunda vez nós trabalhamos com os VJs Retinantz (Gabriel e Keops do coletivo Media Sana) e o resultado foi ótimo. Já tinhamos “tocado” junto com eles no PRE-AMP 2007. Fizemos todo o repertório do show baseado em imagens, passamos isso para o telão, com intervenções e filmagens ao vivo. Vamos tocar essa parceria pra frente. O show foi muito elogiado e o público foi muito receptivo. Fiquei surpreso com as rádios locais cobrindo o festival, o que é muito importante para divulgação das bandas e para manter o público bem informado. Engraçado que em Recife não temos nenhum programa de rádio dedicado exclusivamente à música local, pelo menos por enquanto.

Qual a diferença desse EP para o anterior e como foi a gravação desse ?
Dessa vez a gente teve muito mais tempo para ensaiar, gravar e mixar as músicas. Tudo ficou exatamente como a gente queria. Gravamos no mesmo estúdio do primeiro EP “A Incrível História de John Tristonho ou O Fantasma Elétrico”, que fica em Engenho Velho. Depois pegamos o material, mixamos e masterizamos em casa. Gostamos muito de gravar nesse estúdio, perfeito para as bandas que não tem muita grana e buscam qualidade.

Porque o EP se chama Rua da Auroral Boreal ?
Cada música é guiada por um personagem que está brincando o carnaval. A temática do EP é essa, variando entre o lúdico e o psicótico, entre a alegria da embriaguez e a tristeza da ressaca. Essas figuras estão imersas nesse mundo e falam suas impressões sobre os amores de carnaval, sobre os inimigos em potencial, e nada melhor do que ter como pano de fundo a Rua da Aurora, ou melhor, a Rua da Aurora Boreal. Lá temos o Galo da Madrugada e toda feliz insanidade que Fevereiro trás. Tem um trecho da música que traduz bem o EP: “Eu te vi na Rua da Aurora Boreal, em cima de um cometa, cometendo erros, brincando com o cordão umbilical do universo. Eu te vi na Rua do Sossego Espacial pulando de cabeça dentro de um buraco negro que existe dentro do meu coração”.

A capa do EP chama bastante atenção. Quem fez a capa e qual é a idéia ?
A capa mostra justamente esses personagens que te falei. Estão fantasiados, brincando esse carnaval psicodélico, numa inocência aparente, debaixo da lona de um circo de ilusões. A capa foi desenvolvida por mim com ajuda intelectual dos meninos da banda. Um projeto trabalhoso, mas que valeu muito à pena. Esse trabalho está sendo muito elogiado.

Faz uma faixa a faixa, falando um pouco de cada faixa…

1. Rua da Aurora Boreal
O tema gira em torno de um amor platônico de carnaval com cheiro de lança-perfume, como já cantava Alceu Valença. Um cara e sua relação de amor e ódio com a garota. Tem uma levada entre A Turma do Beco do Barato e um power pop sem distorção, marcada por uma bateria muito criativa de Petrus. No fim dela pode-se escutar o coração adormecendo aos poucos numa calçada, que poderia ser na Conde da Boa Vista, perto da rua do Sossego.

2. Coco a Go! Go! (selma´s song)
Começa com uma bateria de teclado, e depois entra num rock meio anos 80, meio Duran Duran. A música é em inglês e fala sobre a primeira impressão de um(a) grigo(a) com a folia. Conheci algumas pessoas que passaram por isso, achei engraçado e escrevi.
Essa faixa é também uma homenagem à Dona Selma do Coco. Tentamos gravar uma participação com ela que entraria no final, mas acabou não rolando. No fim da música a gente gravou percussão de teclado, palmas e algumas frases subliminares.

3. Laser Bill
Laser Bill é o vilão da história. Acho que é uma das músicas mais originais do nosso repertório. Bateria marcada num Acid House, baixo muito criativo de David, guitarras funkeadas e vocal meio Zé do Caixão. No fim ela vai se tornando fantasmagórica com as paranóias e com o desequilíbrio mental do personagem. A música acaba com Laser Bill em outra dimensão sensorial, se sentindo finalmente o centro das atenções, sendo aplaudido e logo em seguida alguém fala em Alemão - Was das ist? O que é isso? - e então entra a tribo Fuma Toco (que a gente inventou) para consagrar Laser Bill nessa sua tempesatade ontológica.

4. Tarde Demais Para Soluções de Última Hora
Fala sobre a Quarta-Feira de cinzas, sobre despedidas, sobre ser tarde demais. É bem anos 80, com timbre de teclado muito bacana de Mathias e novamente uma bateria muito precisa de Petrus.

É muito dificil dividir o tempo entre a Volver e Asteróide B-612 ? quais as diferenças entre as duas bandas ?
As vezes é um pouco cansativo. Mas gosto muito do que faço nas duas bandas. Meu primeiro instrumento foi a bateria, isso em 1997 por aí. Tocava bateria no Zero Kelvin e com a saída do vocalista fui pra frente fazer os vocais. Eu já escrevia algumas coisas na época, então como as músicas eram minhas foi mais fácil. As influências das duas bandas são bem diferentes, mas acho que no fim das contas o que vale é fazer rock.

Asteróide B-612 é:
Petrus - Bateria/Voz
David Adonai - Baixo
Mathias Brito - Teclado/Efeitos/Voz
Zeca Viana - Guitarra/Voz

Links:
www.myspace.com/ab612rock
www.fotolog.com/ab_612
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=7819162

Baixe o album Asteróide B-612 - Rua da Aurora Boreal

Confira a Programação do Esporte do Mangue

Olha a progamação do Esporte do Mangue enviada por Eduardo Zéfiro da banda gospel Zéfiros. Vai ter muito manguebeat, hip hop, reggae, gospel, hc e até um pouco de rock. :P

Nark (divulgação)

Festival Esporte do Mangue
Ai vai à programação musical, mas haverá também competições de Skate, Patins, in line, Basquete Street, Bike e Dirtjump, entre outros. As competições ocorrem durante o dia.

Início dos shows ás 18h todos os dias.

SEXTA DIA 25/01
Trajetória
Nark
É pra Jah
Wilson foi pro espaço
Odiados
Sinhô Pereira
Pacua & Via Sat

SÁBADO DIA 26/01
Zamboo
Marinambuco
Plugins
Zéfiros
Estado Civil
Procurados
GOG (DF)

DOMINGO DIA 27/01
Afros Mangues
Tambores do Bamzo
Tribo Suburbana
Mundo Kaya
Mente Engatilhada
Eddie
Mundo Livre S/A

Local: Praça do Poeta em frente ao Caxangá Golf Club (Av. Caxangá)
Entrada: grátis

Mundo Livre S/A (divulgação)

Começa amanhã a Mostra de Mídia e Música da UFPE

Mostra de Mídia e Música

Amanhã começa a I Mostra de Mídia e Música da UFPE no Centro de Artes e Comunicação (CAC/UFPE). O tema da mostra é “Mídia, Música e Mercado na Contemporaneidade”.

Bruno Nogueira e Hugo Montarroyos, aqui do RecifeRock!, apresentarão trabalhos por lá. Hugo apresenta amanhã à tarde e Bruno na sexta-feira.

Confira a programação, tem um bocado de coisa interessante. De Matanza a Bjork passando pelo manguebeat e terminando na distribuição de músicas na internet.

mais info ? www.ppgcomufpe.com.br

I Mostra de Mídia e Música da UFPE

O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco – PPGCOM/UFPE realiza, nos dias 17 e 18 de janeiro/2008, a I Mostra de Mídia e Música.

Com o tema “mídia, música e mercado na contemporaneidade”, o PPGCOM/UFPE propõe um espaço em que sejam debatidos os diferentes pensamentos sobre a música popular na atualidade, estimulando a pesquisa sobre mídia e música, a fim de que se possa aprimorar conhecimentos e fortalecer as práticas interdisciplinares que englobem essa temática.

A partir do entrelaçamento da música enquanto processo social e, sua respectiva inserção nos diferentes veículos midiáticos, é perceptível no âmbito acadêmico, a necessidade de aprofundamentos dos estudos que tratem do binômio música e comunicação. Música aqui é tratada não somente como um material estético concebido sob um conjunto de padrões, mas sim como prática social; um fenômeno intimamente associado ao advento das diferentes formas de circulação de produtos culturais na atualidade, amplamente difundidos através de exibições em programas de todas as mídias (TV, rádio, internet), resultando num processo dinamizador

O evento abre espaço para trabalhos de pesquisa de graduação e pós, na forma de mesas temáticas que foram organizadas a partir de uma ampla chamada de trabalhos divulgada nos programas de pós-graduação e departamentos de comunicação e música de todo o país. No total, 62 trabalhos serão apresentados e discutidos nas mesas, abordando diversos enfoques da produção e circulação de música popular no Brasil e no mundo.

Reunindo pesquisadores do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Paraíba e Pernambuco, o evento conta ainda com duas manhãs de palestras, proferidas por professores que se dedicam ao estudo fronteiriço entre música e mídia na sociedade.

Trata-se de uma ocasião ímpar onde serão debatidas questões relativas ao estudo de música e sua circulação midiática na sociedade, solidificando o crescente número de pesquisadores que se dedicam a este objeto cultural, tão importante na cultura brasileira.

Inscrições para ouvintes podem ser feitas no local ou através do site: www.ppgcomufpe.com.br

Programação geral:

Quinta-feira, 17/01

10:00h - Palestras:
Prof Dr. Jeder Janotti Jr – UFBA
Um modelo de análise para as expressões musicais populares massivas
Prof. Dr. Felipe Trotta – UFPE
A sonoridade como parte das estratégias de valoração na música popular
Prof. Dr. Micael Herschmann – UFRJ
Apontamentos sobre a reestruturação da indústria da música: perda de valor da música gravada

13:20 - Mesas temáticas simultâneas
1. O rock em suas várias vertentes
2. Hibridismos e fluxos musicais
3a. Jornalismo e crítica musical
3b. Música e política
4. Música e identidade (seção 1)

18:00 – Lançamento de livros

Sexta-feira, 18/01

10:00 - Palestras:
Prof. Dr. Luis Ricardo Queiroz – UFPB
Música, mídia e performance: (inter)relações nas práticas musicais do contexto urbano de João Pessoa
Prof. Dra. Ângela Prysthon – UFPE
Sound of Music - Intersecções entre rock e cinema
Prof. Dr. Herom Vargas – IMES-UMESP
O manguebeat e as mídias

13:20 - Mesas temáticas simultâneas
5. Música e Identidade (seção 2)
6. Música e audiovisual
7. Música e mercado atual

18:00 – Encerramento

Programação completa das mesas e resumos das palestras:

Jeder Janotti Jr (UFBA): Um modelo de análise para as expressões musicais populares massivas
Apresentação do modelo de análise das expressões musicais populares massivas a partir das discussões sobre a importância dos gêneros midiáticos e da compreensão da materialidade das expressões musicais em suas especificidades comunicacionais. Nesse sentido, não se pretende desconhecer a importância dos estudos desenvolvidos pela
musicologia e pela etnomusicologia para o estudo da música popular massiva em seus aspectos textuais e etnográficos e sim, ampliar as análises musicais, procurando desenvolver conhecimentos empíricos-metodológicos que priorizem as contribuições do campo da comunicação para a compreensão da música popular massiva.

Felipe Trotta (UFPE): A sonoridade como parte das estratégias de valoração na música popular
Essa apresentação tem como objetivo analisar de que modo as sonoridades das várias práticas de música popular acabam correspondendo a classificações hierárquicas relativamente rígidas no quadro geral de valoração da música popular. Trata-se de uma discussão sobre estratégias de construção de valor na música popular a partir de seus elementos sonoros, que condicionam a priori tais estratégias compartilhadas pela sociedade.

Micael Herschmann (UFRJ): Apontamentos sobre a reestruturação da indústria da música: perda de valor da música gravada
Repensar o destaque alcançado mais recentemente pelas apresentações ao vivo e a perda de valor dos fonogramas na indústria da música. Parte-se do pressuposto de que boa parte da recuperação desta indústria está relacionada à experiência da música presencial. Assim, para avaliar melhor o locus das execuções ao vivo, analisa-se neste trabalho não só alguns dados mais recentes disponíveis sobre a indústria da música, mas também as estratégias de atuação de alguns artistas/empresas junto ao mercado e a repercussão/comportamento do público frente a estas mudanças.
Palavras-chave: Comunicação, Cultura, Indústria da Música.

Luis Ricardo Queiroz (UFPB): Música, mídia e performance: (inter)relações nas práticas musicais do contexto urbano de João Pessoa

Ângela Prysthon (UFPE): Sound of Music - Intersecções entre rock e cinema
O ponto de partida desta apresentação é um panorama sobre os “usos” do rock no cinema - desde uma presença importante em trilhas sonoras (filmes nos quais a trilha sonora pauta a narrativa), pelas operas-rock e musicais modernos (”Tommy” de Ken Russell , “Rent” de Chris Columbus, “Moulin Rouge” de Baz Luhrmann, etc) passando pelo registro em longas de shows, turnês ou ensaios, pelas biografias de músicos como Jim Morrisson (”The Doors” de Oliver Stone), Cazuza (”Cazuza, o tempo não pára” de Sandra Werneck), Sid Vicious (”Sid e Nancy” de Alex Cox) e Ian Curtis (”Control” de Anton Corbijn), pelos filmes com rock stars (Mick Jagger, Sting e David Bowie, especialmente), pelas tentativas de se historicizar certas cenas subculturais do rock (como “Quadrophenia” de Franc Roddam ou “Last Days” de Gus Van sant) até experiências mais complexas ou híbridas (como “Sympathy for the devil” de Godard ou “24 Hour Party People” de Michael Winterbottom). A partir desse mosaico de possibilidades de intersecção entre cinema e rock, o foco recairá sobre uma análise comparativa entre os modos pelos quais a música do grupo Joy Division é apresentada em “24 Hour Party People” de Michael Winterbottom (2002) e “Control” de Anton Corbijn (2007).

Herom Vargas (IMES-UMESP): O manguebeat e as mídias
A proposta é indicar e avaliar as relações entre o Manguebeat e as mídias a partir de dois pontos de vista. De um lado, pelas formas de divulgação que os jovens músicos pernambucanos utilizaram, nos anos 1990, para se mostrar ao grande público, e as formas de relacionamento entre esses grupos musicais e as mídias pernambucana e nacional. Aqui, estão em destaque o uso da Internet, novidade tecnológica na época, algumas estratégias para a inserção das bandas na mídia local e a importância de festivais de música que surgiram por conta da cena criada. De outro lado, as relações entre canção popular e outras mídias e/ou linguagens (como cordel, cinema, HQ, entre outros) que aparecem no corpo das composições do grupo Chico Science & Nação Zumbi e que indicam um caráter de inovação.

Mesas temáticas:
1. O rock em suas várias vertentes
Marcos Antônio Neves dos Santos (UFPE)
O rock progressivo brasileiro e sua versão tupiniquim
Thiago Martins (UFBA)
A manutenção da autenticidade: o gênero musical heavy metal e as estratégias discursivas empregadas frente a contextos industriais da música
Patrícia Matos (UFRJ)
Speak English or die: o heavy metal brasileiro cantado em inglês
Jaime Silva (UFRGS)
Muito além do barulho: uma aproximação sobre a identidade do heavy metal representada na revista Rock Brigade
Cíntia Costa Ferreira (UFBA)
Mulheres e rock’n’roll
Ana Carolina Sampaio Coelho (USAL)
O corpo que também é música: como o gesto imprime força à sonoridade de “O Quarto das Cinzas”
Tiago José Lemos Monteiro (UFRJ)
“De que vale o ‘Terra à vista’ se o barco está parado?”: uma reflexão sobre atrajetória midiática do pop/rock luso-brasileiro

2. Hibridismos e fluxos musicais
Bruno Maciel Bezerra Cavalcanti (UFPE)
Tropicália: a quebra de uma estética
Roberto Martins (UFBA)
Tom Zé: um tropicalista e sua aldeia
Mariana Lobo (UFPE)
Tropicalismo em gestação: uma apreciação do disco de Caetano Veloso 1967
Ângela Mirella Silva (UFCG)
O hibridismo musical como forma de interação entre diferentes culturas: arranjos musicais variados para a música “É hoje”
Tatiana Lima (UFBA)
A emergência do manguebeat e as classificações de gênero
Fabiana Souza Leão (UFPE)
O pós-mangue na cena musical pernambucana
Roberto Azoubel (PUC-RJ)
Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar: o futuro como transcendência da miséria
José Guibson Delgado Dantas (Universidad de Málaga)
World music; êxito e pertinência de uma diáspora musical
Fabiana Ratis (UFPE)
Acordes flamencos de uma manhã de carnaval llanera

3a. Jornalismo e crítica musical
Talita Rampazzo Diniz (UFPE)
O jornalismo da folia nos 100 anos do frevo
Bruna Alquete de Arreguy Batista (UFPE)
Mídia impressa e época junina: valores e visões sobre o forró em Pernambuco
Janaina Faustino Ribeiro (UFF)
“Um poeta desfolha a bandeira e a manhã tropical se inicia”: uma análise da coluna “Música popular”, de Torquato Neto
Valecio Bruno da Silva Viana (UERN)
E agora? Fernando Mendes x Caetano Veloso: o elitismo cultural e sua influência na percepção da sociedade
Hugo Montarroyos (UNIVERSO)
O modelo crítico musical de José Ramos Tinhorão aplicado na análise das obras de Silvério Pessoa e do grupo Falamansa

3b. Música e política
Tatiana Galvão (UFRJ)
O papel da cultura juvenil na elaboração de identidades e no exercício da cidadania
Écio Salles (UFRJ)
Remixar a cidade: experiências musicais e práticas políticas
Joyce H. de Brito; Karina B. M. Nascimento; Tamiles C. Lira (UFPB)
Música, mídia e justiça: a criação da Lei 10.705 em defesa dos artistas paraibanos

4. Música e identidade (seção 1)
Luiza Real de Andrade Amaral (UERJ)
Das rodas às rádios: um estudo sobre o consumo do pagode no Brasil
Das Dores Nogueira Mendes (UFC)
A construção da identidade regional nas canções do “Pessoal do Ceará”
Heitor da Luz Silva (UFF)
A banda Matanza e country core: os gêneros musicais como ferramenta criativa no processo produtivo na música popular
Maria Bárbara Vieira Falcón (UFBA)
O reggae de Cachoeira: produção musical em um porto atlântico
Paulo Thiago Gomes Camello da Costa (UFPE)
A abordagem do amor nas letras de Limão com Mel
Lydia Barros (UFPE)
O jogo de linguagens do gênero brega: para além da ressonância estrutural
Beatriz Barros; José Marcelo Lacerda; Roberta Maria L. Meireles (UNICAP)
As mediações na produção do brega na cidade do Recife
Márcia Ramos de Oliveira (UDESC)
Programa da rádio NEH: Brega, bits e bites
Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Filho (UDESC)
Marketing de Deus. Música Gospel como mercadoria: o mercado de bens da salvação nas canções de Elvis Presley e da Renascer Praise

5. Música e Identidade (seção 2)
Leonardo Demócrito da Silva Xavier (UFPE)
Representação e imaginário em Santanna, o cantador
Luciana Xavier de Oliveira (UFBA)
A gênese do samba rock na obra de Jorge Benjor: uma análise midiática de Samba esquema novo
Kywza Joanna Fidelis P. dos Santos (UFPE)
Comunicação, identidade e cultura: a poética africanista na canção de Chico César
Josely Teixeira (UECE)
Apenas um rapaz latino-americano vindo do interior? Investimentos interdiscursivos das canções de Belchior
Guilherme Ferraz; Luiza Magalhães (UFRJ)
Björk: o pop e a arte na indústria cultural
Felipe Faraco (PUC/RS)
A criação de um rei: Roberto Carlos e a indústria cultural
Carlos André Carvalho (UNIVERSO)
Atenção para o refrão: a imagem da marca Coca-Cola nas músicas de Caetano Veloso
José Cláudio Castanheira (UFF)
A nostalgia do moderno: a paisagem sonora eletrônica na produção musical contemporânea
Thaís Amorim Aragão (UFC)
Tocando os circuitos: entrando em contato com os sons no interior da máquina.
Marcelo Garson (UFF)
Remontando o Dj: a música eletrônica e suas estratégias de diferenciação
Maria Carolina da Silva Apolinário (UFPE)
Constituição da música eletrônica como gênero musical

6. Música e audiovisual
José Guibson Delgado Dantas (Universidade de Málaga)
Itinerários do audiovisual: relações históricas entre som e imagem
Fábio Freire (UFBA)
Trilhas sonoras: uma sinergia entre as indústrias cinematográfica e fonográfica
Amanda Mansur (UFPE)
Ecos do manguebeat: a música como articuladora da narrativa fílmica no cinema pernambucano
Carolina Figueiredo (UFPE)
Distopia e música: uma análise das representações de música e produção musical em 1984, Admirável Mundo Novo e Fahrenheit 451
Thiago Soares (AESO/UNIVERSO)
A televisão aos pedaços: o Vídeo Music Awards 2007 e a estratégia discursiva da MTV
Yara Luna (UTP)
Trilha sonora remix: uma necessidade contemporânea
Bernardo Rozo (UFBA)
Q’Ayturastro (Rastro de Linhas): considerações etnomusicológicas sobre uma video-arte
Sandra De Berduccy (UFBA)
Do site-specific ao site-related: além das imagens e paisagens sonoras

7. Música e mercado atual
Matheus Andrade (UFPB)
A pirataria e o admirável mundo novo da música
Leonardo de Marchi (UFRJ)
Sobre os ombros dos gigantes: grandes gravadoras e o novo mercadofonográfico
Caio Tavares Andrade (UFBA)
Tecnologia musical e indústria fonográfica: democratização e flexibilização na produção musical
Bruno Pedrosa Nogueira (UFPE)
Sistemas de recepção e circulação midiática da música na internet
Luciana Buarque Lins Costa (Universidad Autônoma de Barcelona)
A inserção de uma produção musical no espaço midiático globalizado da internet: as ferramentas do “novo sucesso” do músico Léo Jaime
Guilherme Henrique Vieira Gatis (UFPE)
Leia, baixe e ouça: a crítica da música pop e suas relações com a internet
Cristiano Rodrigues Marinho (UERJ)
Comunicação e construção musical colaborativa: considerações sobre o novo funk carioca e o projeto “Música de Ponto”
Cyntia de Lima Campos (UFPE)
Rock independente: novas formas de produção e distribuição
Pedro Marra; Jorge Cardoso Filho (UFMG)
Do underground ao mainstream: sucesso e insucesso a partir da trajetória de um músico gaúcho
Mariana Soares de Souza (UFPE)
Marcelo D2 à procura da batida perfeita: do underground ao mainstream
Patrícia Paz; Higo Lima; Tobias Queiroz (UERN)
A influência da mídia no consumo de música por adolescente

Equipe organizadora:
Prof. Dr. Paulo Cunha (Coord. PPGCOM/UFPE)
Esp. Rogério Costa (Coord. geral)
Prof. Dr. Felipe Trotta (Coord. científica)
Ms. Lydia Barros
Jor. Mariana Lobo
Bruno Maciel
Mariana Souza

Programação do Sopa Diário na Praia

Volver (divulgação)

Relembrando os bons tempos do Sopa de Andada ou Sopa da Cidade na Praia…

Desde da semana passada, o Sopa Diário saiu dos estúdios da TVU/Cultura e aportou na Praia de Boa Viagem. Durante todo mês de janeiro o programa será gravada na arena Recife Verão Total da Prefeitura do Recife, que está montada em frente ao Edíficio Portugal (pouco antes do Acaiaca no sentido Piedade - Pina). As gravações acontecem de segunda à sexta das 15h às 16h com entrada gratuita. Olha a programação de bandas:

Local: Em frente ao Edíficio Portugal.
Horário: 14h (passagem de som) e das 15h às 16h gravação do programa.

QUARTA (16/01)
TRANSMISSÃO – SEGUNDA (21/01)
Bande Ciné e entrevista com Gutie (falando do Rec Beat)

QUINTA (17/01)
TRANSMISSÃO – TERÇA (22/01)
Volver

SEXTA (18/01)
TRANSMISSÃO – QUARTA (23/01)
Lula Côrtes e Má Companhia (CONFIRMADO!)

SEGUNDA (21/01)
TRANSMISSÃO – QUINTA (24/01)
Rivotrill

TERÇA (22/01)
TRANSMISSÃO – SEXTA (25/01)
André Rio

QUARTA (23/01)
TRANSMISSÃO – SEGUNDA (28/01)
Orquestra Contemporânea de Olinda

QUINTA (24/01)
TRANSMISSÃO – TERÇA (29/01)
Bubuska, Walmir Chagas e Bráulio de Castro (a confirmar)

SEXTA (25/01)
TRANSMISSÃO – QUARTA (30/01)
Claudionor Germano

Sopa Diário
segunda à sexta às 12h na TV Universitária - Canal 11

Produção Sopa Diário
TV Universitária
Av. Norte, 68
Santo Amaro - Recife / PE
50040-200

Honkers e Zefirina Bomba no Burburinho

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Tá super em cima, mas vale divulgar porque vai ser um show bem foda. O Honkers, banda muito boa da Bahia, está em turnê no Nordeste com a Zefirina Bomba. Recife entrou de última hora e eles tocam junto no Burburinho na quinta-feira (17 de janeiro). Quem abre a noite é a novata Mormaço. Ingressos R$ 5 e está marcado para começar às 22h.

Eu não lembro mesmo quando foi a última vez que o Honkers tocou aqui. Acho que foi com o Autoramas já tem uns três anos. Mas Pauliño lembrou ai nos comentários que justamente com a Zefirina Bomba e a Erro de Transmissão, no Anarquia Pub em Olinda (por sinal, que fim levou o lugar?). Para quem perdeu, o Zefirina fez um dos melhors shows ano passado no Recbeat. A hora de ver é essa! :)

The Honkers e Zefirina Bomba.
Abertura: Mormaço
Entrada: R$ 5,00
Dia 17 de Janeiro a partir das 22h
Local: Burburinho.

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