Archive for abril, 2008

Entrevista - Project 666

Project 666 (divulgação)

Eles têm entre 25 e 27 anos, mas já transitam no universo metal de Pernambuco desde que tinham 15 ou 17 anos, em bandas como Sick, Pecapta e Nor-k. É da junção de integrantes dessas bandas e de experiência acumuladas em anos no cenário metaleiro local que surgiu há dois anos o ótimo Project 666, que toca no Abril pro Rock na sexta-feira, dia 11. Conversei por e-mail com Eduardo, baterista da banda, mas o grupo fez questão de enfatizar que todos os integrantes participaram das respostas. E avisam: “vamos colocar o Chevrolet Hall no chãoâ€. Este repórter, que acompanhou de perto todas as bandas que deram origem ao Project 666, não duvida nem um pouco. Abaixo, a entrevista.

O Project 666 é uma banda bem nova, mas seus integrantes já passaram por diversas formações, e, apesar de jovens já têm uma história construída no cenário pesado de Recife. Como surgiu a idéia de montar a banda?
A média de idade dos integrantes do Project 666 é de 25 a 27 anos. Tocamos metal há pelo menos 10 anos e, neste período de tempo, aproveitamos muitas coisas e reciclamos outras no imenso universo de gêneros que existem dentro do metal.
O Project 666 é basicamente um resultado deste amadurecimento. A idéia de montar este projeto surgiu com base na proposta de se construir uma banda de metal instrumental. Após quatro meses de formação, a gente viu que precisava ampliar as possibilidades de fazer música, foi assim que entraram Colaço, como vocalista, e Renato, na segunda guitarra.

Quais são as principais influências da banda?
Internet. Quando começamos a escutar metal, pra comprar um cd de determinado artista/banda, o cara tinha que gastar uma nota preta numa versão importada ou fazia uma cópia, com capinha e encarte impressos, numa daquelas lojas de discos no centro da cidade do Recife. Atualmente, temos discografias completas baixadas na rede de “n” bandas. Hoje, a gente conhece e absorve o som de bandas novas no myspace, orkut, e blogs da vida. Cada um de nós sempre passa um som novo para o outro membro do Project 666. Foi assim que conhecemos bandas como Tony Danza Tapdance Extravaganza, Carnifex, Dillinger Escape Plan. E logicamente não podemos deixar de lado as pedras do metal que também são fortes influências em nossa sonoridade (ai a lista seria imensa).
A parte social e humana também conta muito. Fatos corriqueiros da cidade, como um stress no transito ou um assalto violento (no programa “Ronda Geral” sai cada coisa muito trash!) também influenciam pra caralho na composição. Tem vezes que chegamos num ensaio e algum integrante está puto da vida, com raiva de um “dia ruim”, e o rumo da parada acaba saindo mais trancado, raivoso. E essa “agonia” a gente solta nos instrumentos.
Como será o show do Abril pro Rock?
Beleza, vamos lá: Dezesseis anos do festival Abril pro Rock. Eu lembro do APR quando ainda era no Circo Maluco Beleza. Engraçado estar do outro lado agora. É aquele sonho que todo músico recifense tem, ou melhor, do país inteiro, que trabalha e rala como independente. Mas também temos uma meta a cumprir, depois disso vai depender da gente divulgar ainda mais a banda, só assim vamos alcançar níveis mais altos de profissionalização.
Ensaiamos duas vezes por semana já faz mais de um ano. O repertório está dividido em dois blocos: um com as músicas do primeiro EP, “Demolition Project”, e o outro com o single “DownGod†e mais algumas músicas novas. Se der tempo ainda vamos arriscar um cover…

Acha que, de certa forma, que a apresentação de vocês no Pátio do Rock de 2007 os credenciou para o Abril pro Rock?
Sim. De certa forma. Teve um público legal na hora em que estávamos tocando. O show foi muito bem estruturado e nosso técnico de som também ajudou muito tirando “leite de pedra”.
Acho que outro fator que contribuiu pra gente tocar no APR 2008 foi o nosso trabalho de merch e divulgação da banda. Temos um material bem extenso com vários itens: adesivos, camisas, revista e jornal. Fizemos alguns kits e distribuímos entre jornalistas locais, produtores e amigos, e a recepção sempre foi muito positiva. Uma banda independente e com apenas dois anos, nessa nova era da música, tem que agradar seu público-alvo através de brindes e músicas novas para download free em seus sites em todo momento.
Se quiser acrescentar algo o espaço é seu!
Agradecemos o apoio de todas as bandas e amigos que têm deixado mensagens em nossos sites. A partir dessa semana, vamos colocar notícias e fotos diárias no www.fotolog.com/project666 de como estão os preparativos para o show de sexta-feira.
Aviso a todos os metaleiros: vamos colocar o Chevrolet Hall no chão.

Serviço:
Confira a programação completa do Segundo dia do Abril Pro Rock 2008

Entrevista - Vamoz!

Vamoz (divulgação)

“Um show 100% rockâ€. É assim que Marcelo Gomão, guitarrista e vocalista do Vamoz!, define como será a apresentação deles no Abril pro Rock. A banda toca na sexta-feira, dia 11, e, pelas pístas que deu e para a alegria do repórter que vos tecla, tudo indica que tocará um cover do Teenage Fanclub. Talvez o grupo pernambucano que mais viaje hoje pelo país, Gomão comentou sobre as vantagens de rodar o Brasil todo e da sensação de tocar em casa no Abril pro Rock. Abaixo, a entrevista feita por e-mail com ele.

Quais lembranças vocês guardam do show que fizeram no Abril pro Rock
em 2004?
A banda estava no começo, pouco mais um ano e tínhamos lançado o “To the Gig on the Road” recentemente. Fomos agraciados com um puta som,luz, 1000000kg de instigação e… foi rock!

Nos últimos shows vocês têm priorizado o repertório de “Damned Rock
n’Roll”, último disco lançado pela banda. No show do Abril não vai rolar
nenhuma das “velhinhas”, tipo “Beside” e “Letter”?
Devemos colocar algumas do primeiro disco, mas poucas. Será baseado nosegundo disco que foi lançado há pouco mais de um ano. Tocamos muito oâ€Damned Rock n’ Roll†e na verdade temos a impressão que o lançamos há pelomenos três anos! Mas ainda é recente e aquelas músicas merecem ser tocadasnum puta festival no Recife.

Mestre Neil Young estará no repertório?
Não ele exatamente. Desta vez a homenagem será a uma banda dos anos90, uma banda que faz parte da geração que o Vamoz! aprendeu a tocar. Essabanda, não por acaso, também é muito fã dele. Tive a oportunidade deconversar com os caras sobre Neil Young e o baterista disse que choravaquando viu o show do mestre pela primeira vez, mas nem por isso ele éemo! (nota do repórter: pelas pistas dadas, deve ser Teenage Fanclub)

Já estão compondo material novo, ou ainda não deu tempo?
Já estamos compondo novas músicas, que são diferentes do primeiro e do segundo discos, e isso nos instiga porque não queremos nos repetir, criar uma fórmula. Porém, ainda estamos muito ligados com o segundo disco! Nada de nos curvar aos momentos fugaz, passageiro e modista da música que alguns pregam hoje em dia. Queremos ir fundo em tudo o que fazemos para realmente aproveitar e perceber as coisas. Tocar o “Damned Rock n’ Roll†com o passar dos shows faz com que o disco fique cada vez mais forte. Quanto às músicas novas, estão mais rápidas e mais experimentais também, mas não é a hora ainda. Acredito que nos próximos dois meses vamos começar a ensudecer o povo com elas pelos botecos da vida.

Se quiser acrescetar alguma coisa o espaço é seu!
Rodamos o Brasil em todas as suas regiões, trabalhamos muito e somos muito reconhecidos fora da nossa cidade como uma das bandas de Recife que leva o rock local para rodar pelos porões e festivais aí afora. Tocar no Abril é tocar em casa! Depois de trampar tanto para lançar tudo que lançamos é uma grande recompensa. É estimulante! Vamos arrancar as cordas e quebrar as baquetas nesse Abril e aproveitar um acorde após o outro.
Divirtan-se e ouçam as músicas conosco, será 100% rock!!!

Serviço:
Confira a programação completa do Primeiro dia do Abril Pro Rock 2008

Entrevista - Barbiekill

“Nós pretendíamos chegar montados em camelos e abusar de efeitos pirotécnicos e contratar umas moças da Indonésia pra dançarem nuasâ€. Era assim que Daniel Andrade, vocalista da potiguar Barbiekill, gostaria que fosse o show deles no Abril pro Rock. Inteligentes e bem-humorados, o quinteto que usa do escracho como referência e faz uma espécie de Eletctro-Rock com ênfase na safadeza toca no sábado, dia 12, no Abril pro Rock. Abaixo, você confere a entrevista feita por e-mail com Andrade.  
 

Vocês tocaram no Recife em pleno carnaval, em noitea que tinha Rec-Beat e demais shows de graça. Como foi o show?
O show foi meio vazio sabe? Acredito que tenha sido nosso menor público…Umas 40 pessoas talvez. Mas mesmo assim foi muito divertido, foi lá no Novo Pina, o público era ótimo, a galera era bem receptiva e dançou bastante e o pessoal que trabalha no Pina foi super bacana conosco.

Esperavam ser convidados para tocar no Abril pro Rock?
 Juro que não. A gente pensava até que poderia um dia acontecer, mas achávamos que ia demorar mais, foi sensacional.

Como vocês definiriam o som que fazem? De onde tiram inspiração para as letras escrachadas e inteligentes que escrevem?
Se formos fazer uma definição bem crua do nosso som acho que “Electro-Rock†é a melhor. Mas a gente coloca tantas coisas de nossas várias influências que sei lá…
A inspiração para as letras vem do nosso tipo de humor que é bem escrachado, nós temos uma mente bem fértil pra falar bobagens. As letras de piadas que já foram feitas (ou não), coisas das quais gostamos de falar.

O que apreciam da cena de Natal?
 Aqui tem muitas bandas legais, mas nem todas fazem o tipo de som que a gente curte. Das que me lembro agora eu poderia citar apenas Os Bonnies, Bandini e Domben.

O que curtem do cenário de Recife?
Waldemar
(bateria/guitarra/vocal) curte Mombojó. Nós não conhecemos muitas bandas daí, mas recentemente vi o show do Sweet Fanny Adams e achei sensacional. O Nuda também é foda, geniais eu diria, mas num fazem bem o estilo de música que a gente gosta (mas também não quer dizer que desgostemos). A gente espera conhecer mais da cena de Recife quando formos aí.

Como será o show do Abril pro Rock?
Nós pretendíamos chegar montados em camelos e abusar de efeitos pirotécnicos e contratar umas moças da Indonésia pra dançarem nuas… mas como tudo isso ia sair caro demais. A gente só vai poder dançar e pular por nós mesmos, sabe. A gente quer fazer com que tudo pareça uma festa, a gente até vai ver se paga de Bono Vox e dá uns selinhos em alguém do público.

Se quiser acrescentar algo o espaço é seu!
Bom…acho que ia ser legal dizer pro pessoal ir conferir o show porque vai ser bem emocionante. Ah e pra quem ainda não conhece as músicas seria legal dar uma passada no myspace ou na Trama Virtual pra aprender as letras e cantar numa só voz com os isqueiros acesos ao alto.

http://www.myspace.com/barbiekillmusic

Amps & Lina, Nuda e Tabacos de Guevara na véspera do Abril pro Rock

Para quem quiser esquentar as baterias na véspera do Abril pro Rock: as bandas Nuda, Amps & Lina e Tabacos de Guevara se apresentam quinta-feira, dia 10, no Burburinho, em evento intitulado DO OUTRO LADO DA PORTA – Uma prévia fora do eixo. Haymonne, do Mellotrons, colocará uns sons por lá. Fora isso, a programação ainda inclui sorteio de CDs. O ingresso custa cinco reais.
Abaixo, o release: 

Release:

DO OUTRO LADO DA PORTA – Uma prévia fora do eixo

Se todo mundo está de olho em Pernambuco, este deve ser um olho
mágico. A música autoral pernambucana tem uma peculiar característica
de eterna renovação, tanto da própria música quanto dos artistas. A
dita Nova Geração é caracterizada pela diversidade sonora, com as
bandas fomentando suas particularidades e se unindo para trazer mais
força à cena local.

Mas alguém sabe precisar onde ela está ou quem a faz?

Num fim de semana de Abril pro Rock, um dos festivais mais importantes
do Brasil, todas as atenções se voltam ao Recife, na ávida procura por
boa música nova. É nesse contexto que as bandas autorais Nuda, Amps &
Lina e Tabacos de Guevara se apresentam nesta quinta, 10/04, véspera
do APR, no Burburinho. O evento ainda conta com a participação de
Haymone, da Mellotrons, botando som, além de sorteios de CDs de bandas
locais. Uma ótima oportunidade para se divertir, ampliar o repertório
de novidades e ver que a cena daqui é tão rica que não cabe num só
lugar.

Serviço:
Nuda, Amps & Lina e Tabacos de Guevara
10/04 – 21H
Burburinho, Rua Tomazina 106, Recife Antigo
Entrada –R$5,00

Entrevista - Superguidis

Uma das promessas da edição 2008 do April pro Rock, a banda gaúcha Superguidis se apresenta no sábado, dia 12 de abril. Dona de dois ótimos discos, “Superguidis†(2006) e “Amarga Sinfonia do Superstar†(2007), e com o terceiro já em fase de composição, a banda é uma das apostas (pelo menos minha) deste ano. Entrevistei por e-mail Lucas Pocamacha, guitarra e voz, que falou da expectativa da banda em relação ao show, do significado das letras e de como eles têm apostado no download remunerado.
Numa entrevista recente vocês declararam que um dos objetivos do Superguidis para 2008 era tocar no Abril pro Rock. Quais são as outras metas?
Tocar em todos os lugares possíveis!!! O Abril pro Rock sem dúvida é prioridade, mas no estágio em que estamos, é necessário sair e mostrar a cara em todos os lugares onde a gente conseguir.
Temos outros lugares no Nordeste que precisamos ir. Na verdade o Nordeste é um território inexplorado pra nós. Tocamos apenas em Natal.
Além disso, é muito provável que voltemos pra Argentina ainda esse ano.
Mas a grande prioridade é compor o disco novo. Já temos metade dele composto, em fase de ensaios, e pretendermos chegar no fim do ano com um disco pra gravar.
Estamos muito empolgados com o jeito que as musicas novas estão vindo. Pelo jeito vai ser um disco bem diferente do primeiro e do segundo…Seja isso bom ou ruim, heheheh…
Como tem sido a experiência do Superguidis com o download remunerado? Vocês disponibilizaram todo o disco “Amarga Sinfonia do Superstar” na net simultaneamente com seu lançamento “físico”. Tem dado resultado?
Foi muito produtiva!!! No primeiro mês faturamos uma baita grana lá. Fomos a terceira banda em faturamento, perdendo apenas pras bandas de emo…
A gente apóia muito esse tipo de iniciativa. Achamos que esse é o caminho pras coisas crescerem no futuro!

Quase todas (para não dizer todas) as letras do Superguidis são escritas na primeira pessoa e parecem relatar fatos que realmente aconteceram. É assim mesmo? Seria o caso de “O Raio que o Parta”, do primeiro disco? E, finalmente, o que diabos quer dizer “pois veja o que aconteceu/ de nada adiantou aquela correria/ perdido, ele quase morreu/ meu pobre cachorrinho ainda sem nome”? =) (Trecho da letra de “Ainda Sem Nomeâ€, música do “Amarga Sinfonia do Superstar)
Todas as nossas letras são direta ou indiretamente, sobre coisas que aconteceram conosco. Inclusive “O Raio que o Parta”.
É difícil pra gente falar sobre coisas fora do nosso dia-a-dia. Não somos tão criativos a ponto de abstrair do nosso próprio umbigo, hehehe… A nossa musica é muito sincera. Não conseguiríamos empunhar os instrumentos e tocar sobre coisas que não significam nada pra nós. Acho que esse é o fator que nos faz continuar com isso tudo. Quando chegarmos à ponto de ter que fingir alguma coisa, essa vai ser a hora de acabar a banda, saca???
Bom, sobre essa frase tu terias que conversar com o Andrio (voz e guitarra). Foi ele que fez essa música. Eu tenho a minha interpretação, assim como tu deves ter a tua, mas só ele sabe o que quis dizer!!! É isso que torna tudo mais interessante!! heheheh…
O que mudou na banda da estréia em disco de vocês em 2006 para o Superguidis de hoje?
A gente envelheceu!!! E, como eu disse na outra pergunta, somos muito sinceros e jamais conseguiríamos repetir os pontos de vista das canções do primeiro disco, por exemplo. Aqueles caras já não existem mais. Somos três anos mais velhos do que quando gravamos o primeiro disco. E três anos, na nossa idade, fazem bastante diferença.
E isso se reflete diretamente na nossa musica. Seja na forma de novas influências ou na forma de outro jeito de encarar as coisas que nos inspiram a escrever. Por exemplo, (falo por mim) hoje em dia jamais conseguiria fazer uma música como “O Banana” (canção do primeiro álbum, “Superguidisâ€). O tipo de problema que inspirou essa música é visto de uma maneira completamente diferente agora. E sem dúvida vai gerar sentimentos diferentes e letras diferentes. Acho que o pessoal notou isso já no segundo disco. A maioria achou uma coisa boa. A gente também acha.
Talvez no terceiro isso fique bem claro. Não temos a mínima vontade de nos repetirmos.

Como será o show no Abril pro Rock?
Vai ser só “sangüeraâ€!!! heheheh. Em festival não dá pra perder muito tempo com baladinhas e bate-papos, temos meia hora pra deixar bem claro por que viemos.
Vamos tocar musicas do primeiro e do segundo discos. Dependendo, até uma do terceiro. Mas isso fica pra decidir na hora.
O que o pessoal pode esperar é quatro caras com muita vontade de tocar!

Como avaliam a atual cena roqueira do Rio Grande do Sul?
Atrasada…O pessoal é meio cabeça fechada aqui. Bom, não tem nenhum festival aqui. Mais ou menos está começando o “Gig Rockâ€.
Mas tem algumas bandas…Não sei, cara…Não tenho uma opinião formada sobre a cena daqui. Gostaria muito de ter, mas não tenho.
Da cena pernambucana, o que conhecem e gostam?
Conhecemos os nossos colegas de selo da Volver e achamos muito massa!!! Eles são mais gaúchos do que a gente heheheh
Pô, não tem como deixar de citar os anos 90 e a galera do mangue beat. É uma coisa muito foda, que abriu muitas portas pra música de vanguarda no Brasil. Nós todos devemos muito a estes caras!!
Se quiser acrescentar alguma coisa o espaço é seu!
Gostaria de convocar o pessoal que organiza shows tanto em Pernambuco quanto no Nordeste inteiro a nos chamar pra tocar aí!!!

Serviço:
Confira a programação completa do Segundo dia do Abril Pro Rock 2008