Archive for outubro, 2008

Festival DoSol 2008 começa amanhã

Amanhã to indo pro Festival DoSol 2008 em Natal.

release:
FESTIVAL DOSOL 2008 CELEBRA MÚSICA INDEPENDENTE E TRAZ THE DONNAS (EUA) NESTE SÁBADO

Formação, diversão e vanguarda - estes são os temas que vão nortear a edição de 2008 do Festival DoSol, que acontece neste fim de semana (01 e 02/11). Anunciando algumas mudanças estéticas com relação aos anos anteriores, o evento chega à sua 5ª edição apostando num novo formato que vai reunir música das mais variadas vertentes. O Festival mantém a postura de trazer importantes nomes do cenário underground e também projetar as bandas locais para fora do Estado. Alem disso, é o segundo ano que o evento apresenta um nome internacional, desta vez com The Donnas (EUA). As garotas californianas farão quatro shows no Brasil, começando a turnê aqui em Natal essa seguindo para São Paulo e Porto Alegre. Com um punk rock inspirado em Ramones, o grupo divulga Bitchin, o sétimo álbum da carreira.

Ao todo passarão pelos palcos do Festival DoSol, 32 bandas de nove Estados do Brasil e a estrangeira. O foco são as bandas do próprio Rio Grande do Norte, representada por 14 atrações dos mais diferentes estilos musicais. “O Festival DoSol é feito e gerido por pessoas que estão diretamente envolvidas com a propagação da música do RN. Para nós, é uma honra poder escalar um número tão grande de bandas locais. Todas elas são ótimas no que se propõe e não vão deixar a desejar com relação as bandas de outros estados que participarão do evento”, diz o produtor e idealizador do evento, Anderson Foca.

O Festival DoSol é uma realização do selo DoSol com o patrocínio da Oi e do Praia Mar Hotel através da Lei Câmara Cascudo, e apoio da Oi Futuro, Cerveja Sol, Trama virtual e da Diginet. O Festival DoSol é afiliado da Associação Brasileira de Festivais Independente - ABRAFIN. Para acompanhar os acontecimentos do evento, basta acessar o site oficial www.dosol.com.br, com todas as informações da edição 2008 e outras novidades da cena musical.

ESTRUTURA  E OCUPAÇÃO DA RIBEIRA

Em 2008, a produção mantém o formato com estrutura de dois palcos, sendo um dentro do Centro Cultural DoSol, e outro no Armazém Hall, localizado no chamado “estreito” da Rua Chile.

As apresentações começam pontualmente às 16h, com portões abertos ao público às 15:30h. Os shows acontecem sem intervalos, apenas alternando os palcos, com duração de meia hora cada, até a última banda da noite, que tem o show mais estendido.

O Festival DoSol desde 2007 assumiu uma filosofia de ocupação da Ribeira. Para este ano, vamos utilizar cinco espaços: O Armazém e Centro Cultural com os palcos; o Espaço Calígula com a feirinha e lounge; e a Grito Filmes, com o Espaço Trama Virtual”, explica Foca. O quinto espaço é a Casa da Ribeira com a realização do Festival DoSol Música Contemporânea que acontece nos dias 12 e 13 de novembro, com apresentação de vídeos e bandas.

A parceria com a Trama Virtual vai formar um espaço exclusivo para bandas e convidados, onde imprensa, músicos, produtores e diversos profissionais ligados à música podem interagir e ampliar os seus contatos.

No Espaço Calígula, haverá estandes com artigos direcionados à cena musical. CD’s, camisas e outros acessórios das bandas que se apresentarão no Festival estarão à venda.

FESTIVAL GRAVA DVD ESPECIAL
Umas das principais ações do Festival DoSol 2008 vai ser a gravação de todo o conteúdo apresentado no evento para um grande DVD que será lançado no primeiro semestre do próximo ano. A idéia já vem sendo maturada nas duas últimas edições do evento, mas só agora vai ser realizada em condições ideais. “Uma das grandes forças do nosso trabalho é gerar conteúdo de cultura e sempre tentamos fazer um registro como esse. Para se ter uma idéia do que representa esse filme, nenhum festival de música independente conseguiu registrar em áudio e vídeo algo como faremos no DoSol. É nossa grande ação dentro do Festival, além, é claro, dos próprios shows que estão muito bons”, diz  Anderson Foca, produtor do evento.

Para a realização do DVD, uma equipe com mais de vinte pessoas está sendo contratada pelo evento entre câmeras, produtores e técnicos de áudio. Duas grandes ilhas de registro de áudio serão montadas e vão ser coordenadas pelo Estúdio RockLab, um dos melhores do país localizado em Goiânia e Estúdio Dosol.. “Estamos chamando pessoas que entendem a música nova, tanto para o registro de áudio como para o de vídeo. Será uma experiência interessante, até porque não é um show montado para virar DVD e sim um registro do festival com ele em ação. Estamos ansiosos pelo resultado”, disse Ana Morena Tavares coordenadora do festival e diretora geral do DVD.

Venda de Ingressos
Os ingressos para o Festival estão à venda nas lojas Friends, Records, Dying Music e 775 do Midway Mall. Os ingressos Individuais estão sendo vendidos a R$15, e a casadinha para os dois dias R$20.

PROGRAMAÇÃO MUSICAL

Sábado, 01 de novembro
22h30 – The Donnas (EUA)
22h00 – Black Drawing Chalks (GO)
21h30 – Forgotten Boys (SP)
21h00 – AMP (PE)
20h30 – MQN (GO)
20h00 – Macaco Bong (MT)
19h30 – The Sinks (RN)
19h00 – BarbieKill (RN)
18h30 – Camarones Orquestra Guitarrística (RN)
18h00 – Star 61 (PB)
17h30 – Rosa de Pedra (RN)
17h00 – Lunares (RN)
16h30 – Fewell (RN)
16h00 – Rock Rovers (RN)

Domingo, 02 de novembro
21h40 – Mukeka di Rato (ES)
21h10 – Catarro (RN)
20h30 – Torture Squad (SP)
20h00 – Vênus Volts (SP)
19h30 – Expose Your Hate (RN)
19h00 – River Raid (PE)
18h30 – Calistoga (RN)
18h00 – Distro (RN)
17h30 – Brand New Hate (RN)
17h00 – Plastic Noir (CE)
16h30 – AK-47 (RN)
16h00 – Gandhi (RN)

Amp toca hoje no Festival Paraibano Aumenta Que é Rock

Fim-de-semana agitado :)

Festival Aumenta que é Rock III

Sexta (31/10)
00h40 FORGOTTEN BOYS (SP)
00h00 SEM HORAS (PB)
23h20 BLACK DRAWING CHALKS (GO)
22h40 AMP (PE)
22h00 VENUS VOLTS (SP)
21h20 HIJACK
20h40 MALAQUIAS EM PERIGO
20h00 CERVA GRÁTIS

Sábado (01/11)
01h00 MUKEKA DI RATO (ES)
00h30 LETAL (PB)
23h20 TORTURE SQUAD (SP)
22h40 SOTURNUS (PB)
22h00 RÓTULO (SE)
21h20 NOTFORSALE (CE)
20h40 THYRESIS (PB)
20h00 MOBIÊ (PB)

Serviço:
Festival Aumenta que é Rock III
Onde ? Galpão 14 (Largo de São Pedro, a 50 metros da Praça Antenor Navarro, no Centro Histórico de João Pessoa)
Quando ? 31/10 e 01/11 à partir das 20h
Quanto ? R$ 10,00 (por dia)
Mais Info ? www.aumentaqueerock.com.br
aumentaqueerock@gmail.com
Marcos Thomaz: (83) 88043256 ou Eliseu Lins:  (83) 88117327

release:
UM É POUCO, DOIS É BOM, TRÊS É DEMAIS!!

Maior festival de música da Paraíba chega a terceira edição este ano apostando na multiplicidade. O Festival Aumenta que é Rock III, que vai acontecer nos dias 31 de outubro e 01 de novembro, traz mais uma vez a João Pessoa um verdadeiro caleidoscópio sonoro da produção independente brasileira. A proposta do evento em 2008 aposta na liberdade propiciada pelo rock e engloba todos os estilos do gênero mais universal de todos os tempos.

A diversidade já pode ser sentida nos primeiros nomes confirmados. Bandas como o Torture Squad, maior nome do Metal brasileiro da atualidade, o hardcore incendiário dos capixabas do Mukeka di Rato, o retorno do rock setentista do Forgotten Boys, o revelação goiana Black Drawing Chalks, o stoner rock nervoso da pernambucana Amp, além do rock dançante da campineira Vênus Volts, comandada pela front-girl Trinity.

Além das convidadas pela curadoria do Festival Aumenta que é Rock, quatro representantes locais já foram escolhidas através de seletivas realizadas em dois dias durante o último fim de semana. A seleção foi feita através de voto popular e critérios técnicos da organização. As noites foram concorridas, mobilizaram a cena musical da cidade, atraíram mais de 250 pessoas por dia ao Galpão 14 e garantiram o passaporte das promissoras Mobiê, Malaquias em Perigo, Thyresis e Cerva Grátis, à grande festa do rock paraibano.

No total dezesseis bandas dos quatro cantos do país vão compor o line up do evento e passarão pelos palcos do Galpão 14 nos dois dias e mais de 16 horas de overdose sonora.

Nas duas edições anteriores o Festival Aumenta que é Rock se consolidou como cartão de visitas para bandas “gringas” divulgarem sua música na Paraíba e cartão postal para as bandas locais apresentarem seus trabalhos além das nossas fronteiras. Através do evento artistas de outros estados conseguiram a consolidação de público na cidade e paraibanos conseguiram convites para apresentações em outras praças.

Cobertura: Noitada Monstro na Nox

Recife às vezes ainda nos reserva uma brecha ou outra de esperança. Que o diga os que estiveram ontem à noite na Nox no show de lançamento do CD da Amp. Foi o tipo de evento que daqui a alguns anos teremos aquele orgulho besta de bater no peito e dizer “eu estava lá”. Noite de guitarras cheias e distorcidas, vocais rasgados, público ensandecido e bandas idem. Fazia muito tempo que Recife não presenciava um evento roqueiro de nível tão elevado. E a sede parecia grande, tanto que ninguém teve a menor vergonha de bater cabeça, dedicar-se ao air guitar, esgoelar-se e perder um pouco do juízo que ainda insiste em nos acompanhar no nosso dia-a-dia. Sem contar que os ouvidos ficarão apitando por pelo menos mais três dias.

Foi bonito de ver, bacana de fazer parte e animador por constatar que ainda existe gente disposta a produzir, consumir e propagar rock em terra local. E, de uma vez por todas, vamos abraçar a campanha para transformar a Nox em reduto roqueiro. Nem que seja uma vez por mês. A casa é um show à parte, o som é ótimo e as apresentações acabam ganhando um quê de profissionalismo que ainda faz falta por aqui. Exagero? Pergunte a Cannibal, que não desgrudava os olhos do palco e imaginava uma maneira de viabilizar uma apresentação do Devotos lá. Ou aos caras do Macaco Bong, que se empolgaram tanto quanto o público no excepcional show dos goianos do Black Drawing Chalks. Enfim, se você não foi, não tem idéia do que perdeu.

Um público ainda reduzido conferiu a ótima – como de costume – apresentação do Vamoz!, que enfim resolveu voltar a privilegiar o repertório do seu álbum de estréia, “To The Gig On The Road”. Fazendo bom uso do som extremamente alto da casa, mandaram versões casca grossa para “Beatles com Chocolate” e “Beside”. O novo baterista, Sérgio Kyrillos (Superoutro) parece já adaptado ao modus operandis do antigo batera, Pedrinho. Serginho castiga seu kit com o mesmo empenho com que Pedro se dedicava a “estragar” (chegou a estourar um caixa na última edição do APR) seu equipamento nas apresentações da banda. Um orgulhoso Fabrício Nobre conferia de perto do palco a performance do trio pernambucano e exibia um sorriso em que era possível detectar o orgulho de ter a banda no cast de sua Monstro Discos. Era só o começo da noite.

As coisas começaram a sair do eixo (no bom sentido) com o avassalador show do Black Drawing Chalks. Foram dez músicas tocadas quase que sem interrupção, onde a banda despeja guitarras cavalares amparadas por um baixo extremamente bem trabalhado e uma bateria monstruosa. E tudo junto forma uma maçaroca sonora digna de figurar em qualquer trilha sonora de quem por ventura algum dia escolheu o rock como sua praia e morada. O show acontecia num crescente absurdo, cada música soando mais intensa, nervosa e histérica (tudo ao mesmo tempo) do que a outra. Teve neguinho que não resistiu e foi até a frente do palco bater cabeça e agarrar as caixas de retorno. O final, com “My Favorite Way”, “Suicide Girl” e “Big Deal” deixou o a essa altura já numeroso público da Nox absolutamente ensandecido. Show na linha “alguém anotou a placa do caminhão?”. Catarse roqueira pura.

“Tocamos há doze anos (já, Fabrício?) e até hoje não conseguimos chegar até a terceira música sem quebrar alguma coisa”. Show do MQN mais parece um convite ao escárnio. Embora sua sonoridade seja um pouco menos densa (mas não muito) que a da Amp e do Black Drawing Chalks, é de impressionar o apelo e a interação que desenvolvem com a platéia no desenrolar do show. O ápice veio com “Cold Queen”. Uma fã subiu ao palco para dançar e cantar, integrantes de outras bandas trataram de dar um banho de whisky (dos bons) e de cerveja em Fabrício e quem estava fora do palco deixou-se contagiar pela luz frenética que dava à tudo um clima de viagem psicodélica. Só quem estava presente mesmo para ter noção da farra que foi.

Que banda assustadora é a tal da Amp! Incrível a distorção e sujeira que promovem em cima do palco. Como já devo ter dito em outro texto, é como se pegassem o Queens Of The Stone Age e adicionassem ainda mais peso ao seu som. Seu disco de estréia, Pharmakodinamica, tem tudo para se tornar um marco do rock pernambucano. Assim como “To The Gig on The Road”, do Vamoz!, o foi em 2003. Músicas como “Acidez”, carregada de fúria e despejada com uma visceralidade desconcertante, colocam o grupo como um forte candidato à grande nome do rock nacional do final dos 00 e início dos anos 10. Se você realmente gosta de rock, o Amp é a sua banda.

Passando “férias” no Lumo Coletivo, o Macaco Bong ainda deu uma “canja” surpresa no final da noite. “Canja” não é bem o termo certo, já que fizeram seu show completo, tocando na íntegra o “Artista Igual Pedreiro”. Mas, a essa altura do campeonato nossos ouvidos já estavam tão castigados depois de sete horas de rock que pouca gente ficou para conferir o show deles.

Nox, 30 de outubro de 2008. Dia em que foi feito um pouco de História no Recife. Brindemos…

Sítio Cultural: Teatro e Música no Sítio da Trindade

release:
SÍTIO CULTURAL TRAZ OPÇÕES DE TEATRO E MÚSICA EM NOVEMBRO

O Sítio Trindade, em Casa Amarela, será palco de diversas atrações culturais nos domingos de novembro. O projeto Sítio Cultural, realizado pela Fundação de Cultura Cidade do Recife vai oferecer gratuitamente ao público feira de artesanato, espetáculos de arte cênica e de música nos finais das tardes de domingo, no espaço da Concha Acústica, próxima da Estrada do Encanamento.

Com espetáculos infantis e infanto-juvenis, as famílias que comparecerem ao Sítio Trindade terão a oportunidade de conferir as peças “A Revolta das Chupetas”, “Ei Brasil, Desordem e Retrocesso”, “A Lenda da Fênix Dourada” e “O Inspetor Geral”. Na parte musical do evento, estão programados shows com A Trombonada, Catarina Dee Jah, Alessandra Leão, Pandeiro do Mestre, Mesa de Samba Autoral, Walmir Chagas, Eta Carinae, Uptown Band, Sérgio Cassiano e Rabecado.

Com início no dia 02 de novembro, a partir das 16h, o Sítio Cultural apresenta os espetáculos que encerram a 3ª Mostra de Circo do Recife, com a participação do Big-Circo e da escola circense Arricirco. Logo na sequência, após as apresentações das trupes de circo, começam os shows musicais, que contam no primeiro domingo com o grupo A Trombonada com bastante frevo e a irreverência do brega-dub de Catarina Dee Jah (foto), destaque na cena musical recifense deste ano.

SÍTIO CULTURAL - PROGRAMAÇÃO

Domingo - 02/11
16h - 3ª Mostra de Circo do Recife
17h - Show: A Trombonada
18h - Show: Catarina Dee Jah

Domingo - 09/11
16h - Peça: “A Revolta das Chupetas”
17h - Show: Folia de Santo
18h - Show: Pandeiro do Mestre

Domingo - 16/11
16h - Peça: “Ei Brasil, Desordem e Regresso”
17h - Show: Mesa de Samba Autoral
18h - Show: Walmir Chagas

Domingo - 23/11
16h - Peça: “A Lenda da Fênix Dourada”
17h - Show: Eta Carinae
18h - Show: Uptown Band

Domingo - 30/11
16h - Peça: “O Inspetor Geral”
17h - Show: Sérgio Cassiano
18h - Show: Rabecado

Sítio Cultural
Aos domingos - A partir das 16h
De 02 a 30 de novembro
Local: Sítio Trindade - Concha Acústica (Próximo à Estrada do Encanamento)
Aberto ao público
Realização: Fundação de Cultura Cidade do Recife
Mais informações: (81) 3232-4311 / 3232-4180 / 3232-5219 | musica.recife@gmail.com

Cobertura: Symphony X no Recife

Texto e fotos por Mirelle Cordeiro

Cerca de mil e quinhentos metaleiros de todo o Nordeste se reuniram na última sexta-feira (24/10) para conferir a apresentação dos norte-americanos do Symphony X aqui no Recife.

O show começou às 23h, uma hora depois do horário previsto, no Clube Português. Mesmo com o atraso, o público eufórico não poupou gritos ao perceber a entrada dos músicos no palco. As canções Oculus ex Inferni seguida de Set The World On Fire, ambas do CD novo, abriram o show. Embora tenham predominado as músicas do novo disco, Paradise Lost, o Symphony trouxe também os clássicos para a alegria dos fãs.

O vocalista, Russel Allen, não se cansou de agitar a galera. Usou e abusou dos chapéus e toucas jogados pelo público no palco, fez caretas, cara-de-mau e cantou com a agressividade que todos esperavam. O guitarrista Michael Romeo também não ficou para trás e detonou, não só nas caretas, mas principalmente nos solos.

Em turnê com o novo disco, Paradise Lost, a banda esteve em outras quatro cidades do país, sendo essa a única apresentação no Nordeste. O show, confirmado desde abril e tão esperado pelos fãs, rendeu muitos elogios ao grupo. Todos saíram com a alma lavada, e, embora o som estivesse um pouco embaralhado, (a acústica do Clube Português pode ter contribuído para isso), ninguém parou.

A empolgação durou do início ao fim do “curto” show de cerca do uma hora e meia. Allen chegou a se desculpar pela curta duração do espetáculo, que foi encurtado devido ao horário de saída do vôo da banda. Para compensar, levou os fãs à loucura ao dizer que o show daqui foi o melhor do Symphony X na América do Sul.

Sucessos ao longo de 15 anos de carreira integraram o set list do show. Desde músicas do primeiro álbum chamado Symphony X, lançado em 1994, até músicas dos discos mais recentes. Os headbangers da cidade vibravam ao início de cada música e não paravam de gritar pelas canções preferidas com a esperança de que fossem as próximas a serem apresentadas. No intervalo entre uma e outra, podia se ouvir o coro “Evolution! Evolution!“. Enfim, depois de Of Sins And Shadows, para a alegria geral, a tão pedida Evolution fechou o maior shows de heavy metal progressivo do semestre.



Set list:

Oculus ex Inferni
Set the World on Fire
Domination
Serpent’s Kiss
Masquerade
Paradise Lost
Walls of Babylon
Inferno
Smoke and Mirrors
Revelation
Paradise Regained (part VII Divine Wings)
Eve of Seduction
Of Sins and Shadows
Evolution

Texto e fotos por Mirelle Cordeiro